Sociólogo aciona MP para cobrar passarela nos shoppings
Hélio faz alerta sobre acidentes envolvendo pedestres
Hélio Silva, presidente do Instituto Sociológico de Mato Grosso (Isma), recorreu à Promotoria de Defesa da Cidadania, sob o promotor Alexandre Guedes, na esperança do Ministério Público vir a obrigar a Prefeitura de Cuiabá e os shoppings Pantanal, Três Américas e Goiabeiras a construir passarelas para travessia de pedestres. Ele alerta que nesses lugares há trânsito intenso e índice elevado de acidentes. Sua expectativa é de que o promotor Guedes venha a tomar providências urgentes quando às passarelas para, assim, evitar que pessoas que procuram shoppings corram risco de serem atropeladas ou mortas no trânsito.
O sociólogo justifica que tomou essa decisão diante da omissão dos 19 vereadores pela Capital e dos 24 deputados estaduais. Sugere que tanto o poder público quanto os shoppings poderiam "copiar" modelos de passarelas que contemplam a população, como as implantadas em Salvador (BA).
Na sua avaliação, ao invés dos parlamentares se preocupar em legislar, ou seja, de ajudar na fiscalização e em apresentar projetos e outros proposições, acabam cuidando especialmente da auto-defesa, diante de acusações e críticas que recaem sobre eles. Observa ainda que alguns apresentares de TV que são vereadores ou deputados, quando descobrem a problemática, como no caso de falta de passarelas adequadas para atender pedestre, não procuram contribuir para resolução, mas sim reforçam as denúncias e tentam tirar proveito político disso.
Hélio Silva considera que os parlamentares passam pelo menos metade de seus mandatos justificando suas condutas perante a opinião pública e se defendendo de acusações na Justiça. "Esses parlamentares foram eleitos pelo povo para cumprir a missão de legislar, fiscalizar e de atuar em outros pleitos e não para ficar só reclamando e fazendo denuncismo".
Autor: RDNews
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
SOCILOGO PAPACORRUPTO EM AÇÃO
SAÚDE PÚBLICA
24/10/2009 | 10:31
O sociólogo Hélio Silva (sem partido), o caça-corrupto, pressiona os deputados estaduais a investigar os repasses do Estado para Cuiabá na CPI da Saúde. Preocupado com a possibilidade dos debates se restringirem ao gerenciamento dos recursos pelo prefeito cuiabano Wilson Santos (PSDB), pré-candidato à sucessão do governador Blairo Maggi (PR), ele elaborou uma intrincada manobra jurídica para pressionar os órgãos federais a fiscalizar os repasses do Estado para a Saúde.
Diante das declarações do ex-secretário de Santos, deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB), ao RDNews, de que os repasses do Estado estão abaixo dos 12% estipulados pela legislação, Hélio Silva, na condição de presidente do Instituto Sociológico de Mato Grosso (Isma), enviou requerimento ao Tribunal de Contas da União e ao Ministério Público Federal para que investiguem a procedência da denúncia.
A articulação deve gerar dor de cabeça a Maggi e ao secretário estadual de Saúde, Augustinho Moro, pois no requerimento Hélio Silva solicita ao MPF que nomeie um procurador para acompanhar os trabalhos da CPI na Assembleia “para apurar os desvios de recursos do Estado destinados a saúde, visto que há recursos federais e se faz necessário o acompanhamento do Ministério Público Federal”. Ao final, ele requer a investigação e auditoria de todos os repasses da União para a secretaria estadual de Saúde entre junho de 2005 e julho de 2009.
No requerimento enviado ao TCU, ele pede que fiscais do órgão também acompanhem as investigações. Ex-militante do PPS, Hélio Silva disputou a eleição de 2008 para vereador, mas não conseguiu ser eleito. Em contrapartida, ficou conhecido por percorrer as ruas de Cuiabá com um veículo utilitário que tem na carroceria uma miniprisão com um boneco preso, uma cueca com dólares falsos, uma pasta escrito dossiê, reproduções de notas de R$ 50 e uma caixa onde se lê Caixa 2. Desde então, passou a ser conhecido pelo curioso apelido de caça-corrupto. (Andréa Haddad)
Autor: RDNews
24/10/2009 | 10:31
O sociólogo Hélio Silva (sem partido), o caça-corrupto, pressiona os deputados estaduais a investigar os repasses do Estado para Cuiabá na CPI da Saúde. Preocupado com a possibilidade dos debates se restringirem ao gerenciamento dos recursos pelo prefeito cuiabano Wilson Santos (PSDB), pré-candidato à sucessão do governador Blairo Maggi (PR), ele elaborou uma intrincada manobra jurídica para pressionar os órgãos federais a fiscalizar os repasses do Estado para a Saúde.
Diante das declarações do ex-secretário de Santos, deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB), ao RDNews, de que os repasses do Estado estão abaixo dos 12% estipulados pela legislação, Hélio Silva, na condição de presidente do Instituto Sociológico de Mato Grosso (Isma), enviou requerimento ao Tribunal de Contas da União e ao Ministério Público Federal para que investiguem a procedência da denúncia.
A articulação deve gerar dor de cabeça a Maggi e ao secretário estadual de Saúde, Augustinho Moro, pois no requerimento Hélio Silva solicita ao MPF que nomeie um procurador para acompanhar os trabalhos da CPI na Assembleia “para apurar os desvios de recursos do Estado destinados a saúde, visto que há recursos federais e se faz necessário o acompanhamento do Ministério Público Federal”. Ao final, ele requer a investigação e auditoria de todos os repasses da União para a secretaria estadual de Saúde entre junho de 2005 e julho de 2009.
No requerimento enviado ao TCU, ele pede que fiscais do órgão também acompanhem as investigações. Ex-militante do PPS, Hélio Silva disputou a eleição de 2008 para vereador, mas não conseguiu ser eleito. Em contrapartida, ficou conhecido por percorrer as ruas de Cuiabá com um veículo utilitário que tem na carroceria uma miniprisão com um boneco preso, uma cueca com dólares falsos, uma pasta escrito dossiê, reproduções de notas de R$ 50 e uma caixa onde se lê Caixa 2. Desde então, passou a ser conhecido pelo curioso apelido de caça-corrupto. (Andréa Haddad)
Autor: RDNews
terça-feira, 8 de setembro de 2009
O COMBATE A CORRUPÇÃO
Certamente, a corrupção é um dos grandes males que afetam a sociedade brasileira, especialmente a administração pública. Nossa história mostra que as práticas ilícitas do desvio de recursos, do favorecimento de amigos e parentes e da troca de favores têm nos condenado a um estado de subdesenvolvimento crônico.
Tão grave quanto a própria corrupção é a naturalização dos comportamentos anti-éticos que são traduzidos em ditos populares como “rouba, mas faz”. O bom uso da máquina pública não deve ser vista como uma cortesia, mas como uma obrigação do governante eleito.
Viver em sociedade significa pensar no coletivo acima de seus próprios interesses. Se o cidadão paga imposto e aceita a legislação vigente em nome do bem-estar social, é imprescindível que o administrador público também o faça. O descrédito das instituições, a indiferença dos cidadãos pela política e o desinteresse pelas eleições revelam o deterioramento do convívio social.
O nosso combate a corrupção nasceu da constatação de que não adianta implementar projetos de desenvolvimento humano antes de neutralizar as ações daqueles que dedicam ao desvio do dinheiro público.
Acreditamos que ao enfrentar a corrupção, criamos meios para acabar com a carência crônica de verbas que afeta milhares de municípios brasileiros. Além disso, a administração ética dos recursos públicos melhora a qualidade dos serviços básicos oferecidos a população, equilibra a circulação de recursos e possibilita a geração de novos empregos.
Tão grave quanto a própria corrupção é a naturalização dos comportamentos anti-éticos que são traduzidos em ditos populares como “rouba, mas faz”. O bom uso da máquina pública não deve ser vista como uma cortesia, mas como uma obrigação do governante eleito.
Viver em sociedade significa pensar no coletivo acima de seus próprios interesses. Se o cidadão paga imposto e aceita a legislação vigente em nome do bem-estar social, é imprescindível que o administrador público também o faça. O descrédito das instituições, a indiferença dos cidadãos pela política e o desinteresse pelas eleições revelam o deterioramento do convívio social.
O nosso combate a corrupção nasceu da constatação de que não adianta implementar projetos de desenvolvimento humano antes de neutralizar as ações daqueles que dedicam ao desvio do dinheiro público.
Acreditamos que ao enfrentar a corrupção, criamos meios para acabar com a carência crônica de verbas que afeta milhares de municípios brasileiros. Além disso, a administração ética dos recursos públicos melhora a qualidade dos serviços básicos oferecidos a população, equilibra a circulação de recursos e possibilita a geração de novos empregos.
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